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Tu tens a mania

Tu tens a mania

Último comentário sobre as Legislativas

Vou ser sincera: estou desiludida com os portugueses

 

Este valor de abstenção é revoltante. Como é possível deixarem parte da população decidirem por eles? Eu, enquanto adolescente, não gostava nada de ter os adultos a decidirem o que seria “melhor” para os meus estudos, quanto mais agora deixar-me ficar sentada no sofá enquanto metade da população vota por mim? E, depois, aparece aberrações como o sr André Ventura, que consegue um lugar no Parlamento. Como é possível Portugal ter a extrema-direita no Parlamento? Não me venham falar em liberdade, pois uma ideologia que se preza em negar a liberdade das pessoas que eles vêem como diferentes não merecem ser ouvidos, quanto mais terem lugar no Parlamento. No entanto, quase 66500 pessoas votaram no Chega. Ou seja, neste país, existem 66500 pessoas que precisam de serem sentadas e questionadas para entender o que raio se passou na cabeça delas para votarem naquele partido

 

Vi uma perseguição ao Pan que até me fez questionar o que raio andavam a apregoar para incomodar tanta gente. Espero bem que todos os incomodados com o Pan comecem agora a incomodar-se com o Chega, pois este sim irá causar estragos à liberdade de todos se não colocarmos entraves ao seu avanço. O Pan começou com um deputado e já vai em 4. O Chega conseguiu um. Espero que daqui a 4 anos tenha nenhum

Votos

Existem muitos fenómenos que nunca consegui perceber. A abstenção é um deles. O acto de não ir votar, para mim, não tem qualquer sentido lógico, nem desculpa possível (ok, até existem desculpas, nomeadamente no que diz respeito a impedimentos físicos, mas é a grande minoria dos casos de abstenção)

 

A possibilidade de votar é um dos factores que torna o nosso sistema político uma democracia. É o nosso direito, conseguido com muita luta e sacrifício (principalmente para as mulheres), e é o nosso dever para connosco, o nosso passado e o nosso futuro. Custa-me imenso ver pessoas a desperdiçar esta arma que possuímos de forma tão leviana. É um privilégio podermos votar. E devíamos fazê-lo com orgulho, mesmo quando achamos que os políticos são todos uns canalhas e que nenhum se aproveita. O voto é a nossa arma contra eles e, quando uma pessoa não vai votar, está a dar mais poder a esses mesmos políticos que tanto crítica

 

Actualmente, quem coloca os políticos no poder não são aqueles que vão votar: são os que se abstêm de votar. E, no entanto, são esses mesmos que tanto criticam os políticos que eles acabam por colocar no poder. Não acham que está na altura de fazerem algo? Não fiques calado e vai votar!

 

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Olá Outubro

Outubro sempre foi o meu mês

 

Não sei se é uma coisa astrológica por ser o mês do meu aniversário. Ou se é uma coisa psicológica por ser o mês do meu aniversário. De qualquer forma, é o mês com o qual eu mais me identifico e é o mês que me traz mais introspecção e calma

 

É, também, o mês em que a chuva, inevitavelmente, regressa. Uns anos mais tímida, outros anos mais agreste. É o mês das folhas avermelhadas e das noites frias. É o mês dos casacos de malhas e os lenços ao pescoço. E é o mês em que as minhas gatas voltam a dormir na minha cama

 

Para mim, também irá ser um mês de regressos. Estes últimos meses foram um pouco caóticos. Tinha planeado, como já é habitual, fazer um reset à rotina no mês de Setembro, mas a minha saúde decidiu pregar-me uma partida. Felizmente, e após quase três semanas de medicação, parece-me que o meu organismo começou a habituar-se ligeiramente à medicação (pelo menos, não tenho mudanças de humor tão bruscas como tinha no início da semana passada e já não me sinto tããããão exausta). Também, e porque finalmente dei ouvidos ao meu professor de yoga, comecei a praticar meditação focada meramente na respiração (eu fazia meditação guiada). No entanto, neste mês, quero começar praticar mais meditação. 5 minutos de manhã e 5 minutos à noite. Praticava sempre de manhã, mas quero incluir a noite no ritual, de modo a tentar criar condições para um sono mais relaxante e reparador

 

Planeio, também, recomeçar a escrever. Nestes meses, tenho deixado a escrita num canto, bem oculto por papelada não importante. Escrevo de manhã, apenas, no meu diário, como forma de desabafo e pequena reorganização dos meus pensamentos, mas, no entanto, isso já não me satisfaz. Tenho demasiada coisa na minha cabeça. Frustrações, opiniões, pensamentos, dúvidas. Coisas que preciso de escrever de forma a tornar claras e para que eu própria as consiga entender e parar de pensar nelas. Não significa que sejam coisas que eu irei partilhar. O meu espírito crítico, infelizmente, ainda é muito forte dentro de mim e, por isso, ainda falará mais alto ao fim de cada texto que escreverei. Mas, espero, que no final deste mês tenha conseguido trazer um pouco mais de vida a este blog. E que consiga ter uma melhor visão de mim mesma e do que quero na minha vida (pelo menos, na imediata)

 

E, por último, espero conseguir ler mais. Li praticamente nada no mês de Setembro. Estive de volta de um livro o mês inteiro (e ainda não o terminei). Estive duas semanas sem conseguir pegar num livro (nem revistas, nem jornal, nem artigos na internet, nada). Mas, com a estabilização (suponho eu) da medicação, a vontade de pegar num livro tem regressado (neste fim-de-semana consegui ler tanto como li no restante mês de Setembro) e, por isso, parece-me que irei conseguir ler mais do que no mês passado. E, por ser Outubro, mês das bruxas e dos gatos pretos, vou regressar ao mundo fantástico e pegar na trilogia da Bússula Dourada (versão inglesa, pois os livros que li na minha adolescência tinham sido emprestados). Admito que me sinto ansiosa e nervosa. Ansiosa por rever uma história que me acompanhou há muitos anos atrás, e nervosa por voltar a pegar numa história que não leio há muitos anos atrás e que eu adorava. Espero que a história se mantenha como eu me lembro

 

Acima de tudo, e isto é algo que comecei a trabalhar durante o mês de Setembro, quero continuar a aprender a levar as coisas com calma, a irritar-me menos e a dar importância ao que realmente importa

 

Meu querido mês de Outubro, já tinha saudades tuas 

 

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Quero a minha cama...

Uma das coisas que não gosto nada da medicação que ando a tomar é o cansaço que me anda a induzir. Acredito que seja para me forçar a dormir as horas suficientes para que o meu cérebro e corpo possam descansar profundamente. No entanto, têm dificultado a minha vida. Passo o dia cansada e sem paciência. Custa-me fazer as tarefas mais básicas de sobrevivência, como cozinhar e ler. Estou há quase três semanas com o mesmo livro e só agora é que consegui ultrapassar a página nº100. Quando chego a casa às 18 horas, só quero enfiar-me na cama e dormir até o despertador tocar ou até ser fim-de-semana. Ou, então, acordar no dia seguinte e ir pedir baixa médica só para poder dormir o dia todo, a semana toda

 

Tenho recomendação médica para continuar a tomar esta medicação até à consulta médica, mas essa consulta só será daqui a pouco menos do que um mês. E, apesar de querer ser positiva e querer acreditar que até lá os efeitos secundários irão diminuir, tenho vontade de atirar a medicação para o lixo e voltar a ser eu

 

Posso voltar para a cama até que seja dia da consulta?

 

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Mecanismos de defesa

Este mês, a nível de trabalho, não está a ser fácil

 

Regresso das férias, tudo a cair em cima de mim, uma aparente simpatia do patrão que acabou por se tornar em mais trabalho em cima, problema de saúde que resultou na toma continuada de uma medicação que dá cabo de mim (consulta já marcada para ver isso). Tem sido um mês que me está a esgotar a paciência e as forças. A minha genuína vontade tem sido acordar e dirigir-me ao Centro de Saúde e implorar por uma baixa médica. Porém, tenho resistido a isso. Tenho tentado encontrar mecanismos de defesa para o stress, o cansaço e, principalmente, a desmotivação

 

A procura por novo emprego tornou-se regular. Estipulei um dia por semana para enviar os cvs, enquanto que passo os restantes dias a "ir vendo", evitando que esteja constantemente a enviar currículos de forma não pensada

 

Tenho mantido as idas às aulas no ginásio e, por incrível que seja, tenho conseguido manter uma alimentação minimamente saudável. Devido à medicação (e ao cansaço do trabalho), ainda não consegui acertar no número de horas que tenho precisado dormir, mas ultrapassam as 8h

 

Os livros, infelizmente, têm ficado um pouco de lado. Neste momento, exigem uma concentração que não consigo ter. Há dias em que lá consigo ler meia dúzia de páginas. Outros, em que não passo de meia dúzia de palavras. Se nos primeiros dias ficava frustradíssima com isso, agora consegui perceber que está relacionado com a medicação (a minha concentração no trabalho também tem sido seriamente prejudicada). No entanto, (re)descobrir a pintura. Melhor dizendo, encontrei um caderno com mandalas para pintar e tenho conseguido dedicar-me alguns minutinhos por dia a isso. Consigo desligar completamente o cérebro e não fico a matutar nas coisas que não consegui fazer

 

Gostava que a minha concentração melhorasse um pouco nos próximos dias. Preciso dela no próximo fim-de-semana. Mas, até lá, vou continuar a treinar a minha paciência comigo própria

Rescaldo da Feira do Livro do Porto

Eu bem disse que ia levar uma lista de autores para a Feira do Livro do Porto. Eu bem disse que ia dar prioridade a esses autores. Mas, na realidade, apenas comprei 3 livros desses autores (Eça de Queiróz e Agustina Bessa-Luís). Tudo o resto estava fora dessa pequena lista. Paciência

 

Quase metade dos livros que adquiri são em segunda-mão. E consegui encontrar um livro que há muito me despertava curiosidade e que só o encontrava à venda na versão para bolso, que não gosto nada (Papillon)

 

Ainda estou de volta do que gastei nesta pequena viagem encantada à Avenida das Tílias (perdi dois recibos e não tenho a certeza do valor desses dois recibos :o ), mas acho que, apesar de ter saído de lá com a carteira vazia, saí com o coração (e as mãos) cheio

 

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A Morte é um Acto Solitário - Ray Bradbury

Rapariga Encontra Rapaz - Ali Smith

A Odisseia de Penélope - Margaret Atwood

Breve História de Sete Assassinatos - Marlon James

Do Que Falamos Quando Falamos de Amor - Raymond Carver

A Sibila - Agustina Bessa-Luís

O Ministério da Felicidade Suprema - Arundhati Roy

Os Flamingos Perdidos de Bombaim - Siddharth Dhanvant Shanghvi

Henry & June - Anais Nin

Papillon - Henri Charrière

Isabel da Baviera - Alexandre Dumas (v1 e v2)

O Crime do Padre Amaro - Eça de Queiróz

A Ilustre Casa de Ramires - Eça de Queiróz

 

Livros Lidos: Está tudo f*dido

 
"Vivemos numa época estranha. Apesar de termos mais liberdade, saúde e riqueza do que em qualquer outra época da história, tudo à nossa volta parece terrivelmente f*dido: aquecimento global, queda de governos, economias em colapso e todos permanentemente ofendidos nas redes sociais. Temos acesso a tecnologia, a educação e a formas de comunicar que os nossos antepassados nem sequer imaginavam, mas ainda assim sentimos uma esmagadora desesperança. Afinal, o que é que se passa connosco?

Com a sua habitual mistura de erudição e humor, Mark Manson desafia-nos a olhar para o mundo com outros olhos. Com base em investigação psicológica e na sabedoria intemporal de filósofos como Platão e Nietzsche, o autor disseca a política e a religião e mostra como as duas se tornaram desconfortavelmente semelhantes. Analisa a nossa relação com o dinheiro, o entretenimento e a internet, desafiando as definições de fé, felicidade, liberdade e até da própria esperança.
Um livro de leitura obrigatória que nem todos merecemos, mas de que todos precisamos"

 

Li A Subtil Arte de Saber Dizer Que Se F*da no início deste ano e devo dizer que gostei da forma como Mark Manson escreve. É directo e diz o que é preciso, mesmo que doa, e, no entanto, consegue enfiar alguma comédia pelo meio. Neste livro, a coisa foi igual

 

Começou assim o estúpido concurso de medição de pilas também conhecido como história da humanidade

 

Gostei muito mais de Está Tudo F*dido. Tem uma vertente mais filosófica e foi um excelente livro para ler durante as férias. O livro trata-se, no fundo, de 247 páginas de divagação sobre o que vai mal no mundo e de como, mesmo assim, é possível ser feliz. Apresentou vários conceitos que achei interessantes e permitiu-me olhar para os meus actos de outra forma. Não é um livro revolucionário, mas ajuda a colocar as coisas em diferentes perspectivas e a entender um pouco melhor o que vai de mal no mundo

 

A perseguição da felicidade é um valor tóxico que tem desde há muito definido a nossa cultura. Derrota-se a si mesma e é ilusória. Viver bem não significa evitar o sofrimento, significa sofrer pelas razões certas. Porque, se somos forçados a sofrer pelo simples facto de existirmos, é melhor que aprendamos a sofrer bem

 

Acredito que seja um livro que irei pegar várias vezes.Pelo conteúdo e pelas referências que ele usa ao longo do livro. E pela força que o livro transmite. Pois, apesar de estar tudo f*dido, ousar ter esperança por um mundo melhor é um acto de rebeldia

 

Não espere melhor. Seja melhor. Seja algo melhor. Seja mais compassivo, mais resiliente, mais humilde, mais disciplinado

Algumas pessoas acrescentariam 'Seja mais humano', mas não - seja um melhor humano. E ,se tivermos sorte, um dia seremos mais do que humanos

 

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Feira do livro do Porto - antevisão

A Feira do Livro no Porto começa amanhã. E, como já vem sendo tradição, no próximo sábado vou gastar dinheiro

 

Normalmente, vou sem qualquer livro em mente. Gosto de ver o que está a ser vendido, adquirir livros que já tinha visto à venda online e que até me interessavam e, sobretudo, descobrir autores que não conheço. No entanto, este ano, vou fazer algo diferente: tenho uma pequena lista de autores que gostaria de experimentar. Irei, na mesma, de mente aberta, mas darei prioridade aos livros destes autores. Tenho, também, autores que já conheço e de quem gostaria de ler mais obras. Não é uma coisa grande, são pouco mais de meia dúzia de nomes, mas gostava realmente de aproveitar a oportunidade para me concentrar nesses autores. Também não queria gastar muito e, por isso, terei de escolher bem os livros e comparar preços. Porém, o que quero mesmo fazer é divertir-me e passar uma tarde rodeada de livros e de natureza

 

A Feira do Livro do Porto começa amanhã, dia 6 de Setembro, e durará até ao dia 22 de Setembro

 

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Olá Setembro

Sempre gostei do mês de Setembro. É o mês de regressos. É o mês em que começa o Outono. É o mês em que as folhas começam a mudar de cor. É o mês em que os dias são quentes e as noites frias. É o mês que antecede o meu aniversário. É mês da Feira do Livro do Porto e do CouraVeg. E, este ano, será o mês em que começo o desafio de perder peso

 

Eu não estou gorda. Tenho alguma gordura acumulada que até nem me chateia muito. No entanto, preciso de começar a ter cuidados maiores com a minha saúde. Preciso de inserir exercício físico na minha rotina e de começar a desenvolver alguma resistência aos doces. Há alguns meses que comecei a frequentar algumas aulas num ginásio perto de casa, mas não é suficiente. Preciso de voltar às caminhadas. O meu plano é caminhar 3 vezes por semana e tentar fazer 5 km de cada vez. Eventualmente, irei aumentar para 6km, mas dependerá de como a minha resistência se desenvolve. O mês de Setembro é ideal para isto, pois ao final do dia ainda está sol, mas já não está calor, tornando-se, assim, agradável para começar a praticar exercício físico ao ar livre

 

A nível alimentar, o desafio será dizer não aos doces na maioria dos dias (vou permitir-me a uma fatia de bolo às sextas-feiras, para comemorar o início do fim-de-semana :D). Sei que não será fácil, principalmente tendo em conta a fome emocional que tenho ao final do dia. Vou ter que descobrir métodos que me ajudem a melhorar a forma como lido com os problemas que o meu trabalho me provoca, de modo a impedir que este me prejudique a vida fora das 8 horas de trabalho

 

Não irei entrar em paranóia. Tenho uma meta relativamente pequena e fácil de cumprir. Agora basta eu ter força de vontade de a cumprir e de não permitir que os outros interfiram com os meus objectivos

 

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Regresso ao trabalho

Hoje é o último dia da primeira semana de trabalho

 

A semana até começou bem. Como houve obras na empresa, passei os dois primeiros dias em limpezas (e que limpezas!). No entanto, lá tive de me sentar em frente do computador e enfrentar o trabalho. E as coisas começaram a correr mal. O patrão bem dizia que o funcionamento da fábrica iria mudar, que o modo como é gerida a informação seria melhorado, blá blá blá. Nunca acreditei muito nessa conversa. E hoje, ao final de uma semana de trabalho, posso dizer "ainda bem que não acreditei no que disseram". As coisas estão na mesma e a caminhar numa direcção pior. Continua a não haver organização, continuam a depositar trabalho em cima de mim como se eu fosse alguém que consiga fazer o trabalho de duas pessoas ao mesmo tempo, o patrão continua a não ser de confiança e agora acrescentou o talento de mandar bocas de forma desmesurada.

 

Se isto continuar assim, as coisas não irão correr nada bem para os lados do patrão. A maneira como lida com as pessoas e como critica o trabalho só deixa as pessoas desmotivadas e sem vontade de trabalhar. O facto de as pessoas tentarem arrastar as tarefas que têm em mãos não está relacionado com preguiça ou incompetência. Está relacionado com a falta de interesse no trabalho e com a falta de estímulo. Não é a fazer horas extraordinárias que se aumenta a produtividade, mas sim mantendo os trabalhadores satisfeitos com o próprio trabalho e a fazer-lhes sentir necessários. É apreciando o trabalho deles e quando, algo corre mal, não apontar dedos, mas sim tentar encontrar forma de contornar o problema e como se pode evita-lo no futuro

 

Oiço muito a frase Ninguém é insubstituível. Mas substituir alguém acaba por ser mais caro do que manter o trabalhador motivado. Mas o meu patrão não pensa dessa maneira. E parece-me que, à custa disso, até ao final do ano, as coisas irão correr muito mal. Só espero já não estar presente quando isso acontecer

 

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