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Tu tens a mania

Tu tens a mania

Hábitos de Janeiro pt.2

A ideia de consumir mais fruta e vegetais é fantástica no papel. Quando se a coloca em prática, a coisa muda de figura

 

Os primeiros dias da semana correram lindamente. Consegui lanchar a meio da tarde, comi de forma diversificada, mesmo tendo em conta que, devido à existência de bolo em casa por causa de um aniversário, é uma grande vitória para mim. No entanto, as coisas ficaram difíceis na quinta-feira. Muitos problemas e, consequentemente, muito stress durante o meu horário de trabalho levaram a que me esquecesse de lanchar e de só querer consumir coisas com açúcar e gordura. Lutei muito contra essa vontade, mas acabei por ceder na sexta-feira, dia em que mal toquei em fruta. Sábado, continuei um pouco fora do caminho, apesar de ter ingerido mais que no dia anterior e no domingo, as coisas melhoraram bastante

 

Esta semana, o plano seria aumentar em mais uma dose. Continuo com esse objectivo, mas prefiro dar prioridade a manter as 7 doses por dia ao longo de toda a semana. Prefiro não atingir as 8 doses do que colocar mais pressão sobre mim. Manter, de forma consistente, as 7 doses e, depois, aumentar para as 8 doses. Tenho que me mentalizar que tenho que parar, nem que seja por 5 minutos, durante a tarde para parar e lanchar. É este ponto que falho (e muito!). Se calhar, para me estimular mais ao consumo, começo a fazer pequenas saladas de fruta para o meio da tarde

 

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origem

Workshop de Probióticos

Quando comecei a preocupar-me com aquilo que consumo, uma das sugestões que me fizeram foi consumir probióticos. Arranjaram-me grãos de kefir e fui produzindo kefir até ao dia em que me esqueci deles e acabaram por se estragar. Eventualmente, consegui arranjar mais uns grãos e retomei a produção de kefir e consegui manter o seu consumo regular

 

Consumo outros probióticos, nomeadamente kombucha e chucrute, mas são produtos que adquiro em lojas e não produzidos por mim. Um dos problemas relacionados com produtos fermentados que são vendidos é que, possivelmente, estes produtos não são realmente fermentados. E foi por isso que me inscrevi neste workshop: quero ter a certeza de que consumo mais produtos fermentados

 

Este workshop foi dado pela adorável Oksi (site: Dicas da Oksi) e foram abordados os probióticos mais conhecidos: kefir de leite, kefir de água, kombucha, chucrute, kimchi e miso. Já tinha ouvido falar em todos eles, mas ainda não tinha tido a oportunidade de experimentar kefir de água e kimchi. Não gostei muito do primeiro, adorei o segundo. Arrependo-me de não ter tirado fotos à medida que ia provando os diferentes produtos, mas estava interessada no que a Oksi ia dizendo que me esqueci de tirar fotos

 

Resumidamente, probióticos são micro-organismos vivos que podem ser encontrados em diferentes alimentos e suplementos. São organismos importantes para a nossa saúde ao nível da digestão e intestinos. Existem diversos benefícios associados ao consumo de probióticos, entre eles a melhoria da digestão e da absorção de nutrientes e o fortalecimento do sistema imunitário. Obviamente, é necessário que exista uma alimentação cuidada, rica em fibras, para que o consumo de probióticos traga resultados. Para saberem mais sobre probióticos, obtenham o ebook da Oksi, Fermentados & Probióticos Caseiros, onde ela aborda estes e outros probióticos e explica tudo mais pormenorizadamente e com rigor científico

 

Fiquei com muita vontade de começar a produzir os meus fermentados. Mas ainda não comecei hoje. O mais fácil para começar será o kombucha, pois recebi uma "bolacha" de cultura no workshop e só tenho que fazer chá preto para começar. Mas, como não tenho chá preto, nem verde, não posso fazer nada (por enquanto).Amanhã vou às compras e já poderei começar a produzir o meu próprio kombucha. No próximo fim-de-semana, será a vez de experimentar fazer kimchi. 2019 será, sem dúvida, o ano de melhorar, aos poucos, a minha alimentação

 

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Hábitos de Janeiro

Não, não me esqueci da ideia de mudar os meus hábitos. O que aconteceu foi que tive uma ideia para o mês de Janeiro e que precisei da primeira semana deste mês para entender como é que EU funcionava.

 

O mês de Janeiro é, tradicionalmente, o mês em que as pessoas começam a dieta e colocam os pés no ginásio. No meu caso, vai ser o mês em que começo a alterar os meus hábitos alimentares. Não vou proibir-me de comer o que quer que seja. A minha ideia é aumentar o consumo de frutas/vegetais. Por isso é que a primeira semana do mês foi para analisar. Precisava de saber a quantidade destes alimentos que consumia e de que forma poderia aumentar o seu consumo. Apercebi-me que, em média, consumia 6 porções. E, por isso, a meta será aumentar uma porção por semana, de modo a que no final do mês, atinja as 9 porções de fruta/vegetais. Seria fácil atingir este objectivo se simplesmente aumentasse a porção de fruta ingerida. No entanto, quero tentar comer mais vegetais. Esta semana, estou, de facto, a consumir mais uma peça de fruta durante a tarde. E, como costumo só comer sopa ao jantar, será inevitável que o aumento dos vegetais se veja ao almoço ou, então, que eu comece a levar cenoura crua como parte do lanche (e é possível que comece a fazer isso) . Pelo sim, pelo não, irei, também, colocar mais vegetais nas minhas sopas

 

Outra coisa que também ando a fazer é misturar fruto secos no meu almoço. Um dos meus pecados como vegetariana é comer poucos frutos secos e tenho a noção que eles são essenciais para a minha saúde. Por isso, comecei a triturá-los ligeiramente, de modo a conseguir misturá-los na comida e não dar por eles enquanto almoço

 

O principal motivo de querer mudar a minha alimentação deve-se ao cansaço físico e mental que sinto cada vez mais. Acredito que se for ingerindo o que me faz bem, o meu corpo e mente acabam por estar mais fortes para resistir aos problemas do dia-a-dia. Obviamente, o continuar a consumir açúcar não será muito benéfico para mim, mas tenho a noção que se decidir fazer tudo ao mesmo tempo, daqui a uma semana estaria a dizer que mudei de ideias e que vou deixar as coisas como estão

 

Tal como disse neste post, em 2019, eu serei a minha prioridade. E, para tal, tenho que começar por dentro e pela forma que cuido do meu corpo. Eventualmente, retomarei o exercício físico. Mas não deverá ser ainda este mês, pois Janeiro é um mês bem frio e eu só me dou bem com caminhadas ao ar livre. Pode ser que em Fevereiro recomece as caminhadas. Para já, é focar-me naquilo que alimenta o meu organismo

 

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origem

Livros Lidos: O Poder

"Quando as raparigas ganham o poder de causar sofrimento e morte, quais serão as consequências?
E se, um dia, as raparigas ganhassem subitamente o estranho poder de infligir dor excruciante e morte? De magoar, torturar e matar? Quando o mundo se depara com esse estranho fenómeno, a sociedade tal como a conhecemos desmorona e os papéis são invertidos. Ser mulher torna-se sinónimo de poder e força, ao passo que os homens passam a ter medo de andar na rua, sozinhos à noite"

 

Este livro foi uma leitura intrigante. Só ouvia críticas pouco positivas, mas o conceito que apresentava deixava-me demasiado curiosa. Imaginar que os homens se tornam no sexo mais fraco, as mulheres governam o mundo e quão diferente (ou não) o mundo seria.. A maioria de nós, mulheres, gosta de pensar que o mundo seria melhor, mas este livro mostra uma outra realidade que, mesmo que não gostemos, é possível de acontecer. Uma realidade onde as mulheres, fartas de serem abusadas, desrespeitadas e humilhadas, vêm o aparecimento deste poder como a possibilidade de se vingarem. Vingança essa que, com o passar dos anos, começa a assemelhar-se com os maus-tratos que elas próprias sofriam nas mãos dos homens

 

“Gender is a shell game. What is a man? Whatever a woman isn't. What is a woman? Whatever a man is not. Tap on it and it's hollow. Look under the shells: it's not there.”

 

Gostei de ler este livro. É um livro interessante que me deixou a pensar na nossa realidade e a reflectir no comportamento humano. No entanto, acho que esta utopia podia ter sido melhor explorada. A história foi desenvolvida a um ritmo rápido, deixando muita coisa por contar e explorar. E a forma como terminou, abrupta e ambígua. Gostava que houvesse uma continuação, onde este conceito fosse explorado com um pouco mais de profundidade

 

Para mim, não se trata de um livro feminista, mas sim um livro sobre poder e a natureza humana e, por isso, um livro a ler

“One of them says, 'Why did they do it?'
And the other answers, 'Because they could.'
That is the only answer there ever is.”  

 

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Dia 1 de 365

Normalmente, é o mês de Setembro que me inspira a mudanças. No entanto, desde Novembro, me tenho apercebido que preciso de ganhar coragem para fazer uma mudança brusca. Mas como adoeci e o trabalho acumulou, pouco fiz para alcançar essa mudança. Estes dias de férias permitiram-me parar e reflectir no que quero e o que hei-de fazer para o alcançar. E, por isso, ano novo, luta nova

 

É tempo de arregaçar as mangas e ir atrás do que quero, mesmo não sabendo o que quero. Já tenho uma vantagem: eu sei o que não quero, que é continuar na empresa onde estou. As coisas positivas que encontro não conseguem superar as negativas. Há demasiado stress, desgaste físico e emocional, demasiada falta de educação e pouco reconhecimento do trabalho feito. E nem vou falar no salário.. É por tudo isto que declarei 2019 como o ano do amor e respeito por mim. Será o ano em que vou aprender a ouvir-me, quer física, quer mentalmente, e cortar com o que me é tóxico

 

Obviamente, neste momento, o que me é mais tóxico é o ambiente de trabalho e a forma como me deixo afectar. A solução (parcial) para isto seria despedir-me, mas a minha mente é demasiado ansiosa e com tendência para pensamentos exagerados que me impedem dizer "Que se F*da" e entregar a carta de despedimento sem ter alternativa de trabalho. Vai daí que, para já, irei iniciar a procura de novo trabalho e deixar de ser tão tolerante no ambiente de trabalho. A cada resposta torta que recebo, irei chamar a atenção à pessoa em causa de que aquilo não são modos de tratar uma pessoa. A cada problema que despejam sobre mim e que não me diz respeito, direi isso mesmo "Não me diz respeito, vai ter com a pessoa correcta". A cada novo stress que a minha patroa me atira, irei questionar-lhe de todos os stresses que já tenho em mão, qual é o mais importante. Chegou a altura de dizer "Basta" e "Não"

 

E assim começa 2019: a tornar-me a minha prioridade 

 

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fonte

Balanço Literário de 2018

O ano está mesmo a acabar e, como é hábito, está na hora dos típicos balanços do ano. E eu decidi juntar-me à festa (sorry, not sorry!)

 

Para este ano, tinha estabelecido a meta de 52 livros lidos, ou seja, 1 livro por semana. No entanto, não consegui chegar a essa meta, ficando em 47 livros. Não estou triste, nem desmotivada com este número, pois tenho a noção de que me deixei influenciar pelo cansaço e pela preguiça ao longo do ano e que nas últimas semanas mal peguei num livro. Mas este número e as suas origens fizeram-me reflectir e criar um objectivo para o próximo ano: ler uma hora por dia. Já tenho andado a implementar isto, mas, como estou de férias, é fácil de cumprir esta hora de leitura. O verdadeiro desafio será quando regressar ao trabalho. O motivo pelo qual decidi criar este objectivo não está relacionado com o número de livros que quero ler, mas sim com o demasiado tempo que desperdiço em coisas que não são importantes (a.k.a. redes sociais)

 

Regressando aos livros lidos em 2018, dei 5 estrelas no Goodreads a 18 livros. Mas o meu preferido foi, sem qualquer dúvida, Call Me by Your Name, que li no início do ano e pelo qual ainda suspiro. Reparei, também, que este ano li mais livro de não-ficção e que não me deixei estar num só género literário, o que me deixa bastante satisfeita. Irei tentar que as leituras do próximo ano sejam ainda mais diversas e interessantes como as deste ano

 

Tenho vários livros por ler e planeio atacar nos primeiros meses do próximo ano os livros que comprei nestes últimos meses do ano. Quando os acabar de ler é que irei comprar mais livros (e já tenho vários em mente). O próximo ano promete ser interessante

 

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Prendas de Natal

Já é tradição ser eu a comprar os livros que recebo no Natal e este ano não foi diferente. Curiosamente, os livros comprados foram adquiridos em promoções e em português.

 

No ano passado, adquiri 7 livros em inglês e este ano foram 4 livros em português (e um deles é um senhor calhamaço)

 

 

2666 - Roberto Bolaño

 

O que liga quatro germanistas europeus (unidos pela paixão física e pela paixão intelectual pela obra de Benno von Archimboldi) ao repórter afro-americano Oscar Fate, que viaja até ao México para fazer a cobertura de um combate de boxe? O que liga este último a Amalfitano, um professor de filosofia, melancólico e meio louco, que se instala com a filha, Rosa, na cidade fronteiriça de Santa Teresa? O que liga o forasteiro chileno à série de homicídios de contornos macabros que vitimam centenas de mulheres no deserto de Sonora? E o que liga Benno von Archimboldi, o secreto e misterio-so escritor alemão do pós-guerra, a essas mulheres barbaramente violadas e assassinadas? 2666

 

 

Sobre Bowie - Rob Sheffield

 

O mundo da música mudou para sempre a 10 de janeiro de 2016. Apenas dois dias depois da edição de Blackstar, o último álbum de David Bowie, a notícia da morte do artista londrino provocou uma perturbadora surpresa entre fãs, admiradores e conhecedores da sua música
Foi quase tão chocante como a sua carreira, feita de experimentalismos sonoros, de ruturas e de um modernismo avassalador
Neste livro, Rob Sheffield, crítico e editor da Rolling Stone, partilha as suas observações e emoções mais intensas numa viagem pessoal, mas abrangente, pela vida e obra do músico britânico

 

 

O Monge que Vendeu o Seu Ferrari - Robin Sharma

 

O Monge que Vendeu o Seu Ferrari é um best-seller inquestionável que oferece aos leitores uma série de lições simples e eficazes sobre como viver melhor. Combinando de uma forma inovadora a sabedoria espiritual do Oriente com os princípios ocidentais de sucesso e trabalho, mostra, passo a passo, como viver uma vida de coragem, equilíbrio, alegria

 

 

A Arte Subtil de Saber Dizer Que Se F*da -  Mark Manson

 

Uma abordagem que nos desafia os instintos e nos força a questionar tudo o que sabemos sobre a vida
Durante décadas convenceram-nos de que o pensamento positivo era a chave para uma vida rica e feliz. Mas esses dias chegaram ao fim. Que se f*da o pensamento positivo! Mark Manson acredita que a sociedade está contaminada por grandes doses de treta e de expectativas ilusórias em relação a nós próprios e ao mundo.
Recorrendo a um estilo brutalmente honesto, Manson mostra-nos que o caminho para melhorar a nossa vida requer aprender a lidar com a adversidade. Aconselha-nos a conhecer os nossos limites e a aceitá-los, pois no momento em que reconhecemos os nossos receios, falhas e incertezas, podemos começar a enfrentar as verdades dolorosas e a focar-nos no que realmente importa
Recheado de humor e experiências de vida, A Arte Subtil De Saber Dizer Que Se F*da é o soco no estômago que as novas gerações precisam para não se perderem num mundo cada vez mais fútil

 

 

 

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Hábitos de Dezembro - 3º e 4º semana

Desta vez venho alguns dias mais tarde. Isto porque optei por juntar estas duas semanas numa só (longa) semana. Esta pequena alteração de planos deveu-se ao facto de a semana passada ter sido uma semana caótica no meu trabalho e o cansaço e o stress falaram mais alto na minha vida fora do trabalho

 

Admito que foram dias em que foi incrivelmente fácil dormir 8 horas por dia (e, por vezes, bem mais que 8h). O cansaço era tanto que houve dias em que o meu jantar era uma coisa pequena, só para conseguir enfiar-me na cama mais cedo. A concentração, como seria de esperar, ficou gravemente prejudicada. Desde que acordava até voltar a enfiar-me na cama, tinha dificuldades em concentrar-me, mesmo que fosse em coisas pequenas e simples. A meditação tornou-se um pequeno martírio, principalmente depois do trabalho. A minha cabeça não parava de me bombardear com pensamentos e a deixar-me ansiosa

 

A escrita também não teve um percurso fácil. De manhã, ainda ia conseguindo escrever alguma coisa, mas à noite, tornou-se complexa. Demasiado cansada e com o pensamento mais rápido que a minha capacidade de escrita, os meus pensamentos tornaram-se confusos quando colocados em papel. Porém, consegui escrever todos os dias, de manhã e de noite. Por mais confuso fosse aquilo que eu escrevia, sentia-me, de certa forma, mais leve e realizada quando pousava a caneta e fechava o caderno

 

Neste momento estou de férias. Sim, estou enfiada em casa, com a chuva como música de fundo, mas parece-me um pequeno paraíso. Planeio passar os próximos dias a focar em mim, no que me faz bem e no que quero. Serão dias de descanso, leitura e reflexão. Planeio dedicar o ano de 2019 ao amor próprio e a adoptar mais hábitos que me ajudem a ser o mesmo de mim

 

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Stress de fim de ano

Estive de baixa durante duas semana, no mês passado, em que o meu trabalho acumulou. Estamos na última semana de trabalho deste ano e não pode ficar trabalho por fazer. São inúmeros pedidos dos clientes que temos que satisfazer e o stress aperta (e de que maneira)

 

Os meus dias têm sido passados a correr. As coisas estão atrasadas e as pessoas parecem não quererem cooperar. É uma época em que é preciso a ajuda de todos e ninguém, fora do grupo habitual de trabalho, quer ajudar... Tem sido uma semana em que vejo o pior de uns e o melhor de outros. Tenho tido provas que ser simpática, atenciosa e compreensiva compensa, pois oiço "sim" quando um colega, com posto semelhante ao meu, ouve "não". Tenho conseguido ter as coisas prontas, através de muito esforço das poucas pessoas que aceitam cooperar e horas fora do horário de trabalho. Tudo isto porque as pessoas estão dispostas a ajudar-me. Porque sou eu a pedir ajuda e não outras pessoas

 

Tem sido dias de elevado stress, mas com palavras de compreensão e de elogio quase diárias. Tem sido dias em que as lágrimas vão sendo derramadas em momentos mais tensos, mas que acabam com exaustão, um sorriso nos lábios e o coração cheio

 

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Hábitos de Dezembro - 2º semana

Esta semana correu tão "bem"...

 

A ideia era meditar duas vezes por dia. As manhãs correram lindamente (fim-de-semana incluído). As noites foram ligeiramente caóticas

 

O primeiro dia até correu dentro do planeado. Consegui organizar as minhas coisas com tempo e tranquilidade, sentei-me no tapete e consegui desligar a mente por alguns minutos antes de me enfiar na cama. Porém, no dia seguinte, tive um dia atribulado e uma aula de yoga puxada. Ia adormecendo quando meditávamos na aula e só tive capacidade de chegar a casa, tomar banho e enfiar-me na cama (nem jantei). Quarta-feira, optei por meditar assim que chegasse a casa, mas tive dificuldade de desligar a minha mente. Voltei a tentar antes de ir dormir, mas o cansaço falou mais forte e desisti. As minhas quintas-feiras são sempre caóticas e esta última semana não foi excepção. Cheguei a casa demasiado ansiosa que só dei atenção às minhas necessidade básicas: banho, jantar e cama. No último dia da semana, provavelmente por influência da fim-de-semana que estava à porta, a sessão de meditação correu bem e até consegui prolonga-la um pouco. No fim-de-semana, as coisas correram muito bem, graças ao alarme que criei de modo a lembrar-me de meditar

Tinha planeado que nesta semana iria tentar alterar a minha alimentação. No entanto, após me aperceber da dificuldade que tive em manter a meditação à noite, optei por me focar em algo diferente: journaling. Foi um hábito que tive durante algum tempo, mas que fui deixando para segundo plano por preguiça. Já me tinha apercebido que permito que o meu trabalho afecte a minha vida depois de sair da empresa no fim do dia e que guardava demasiadas coisas no meu cérebro. Tenho a noção que o "desabafo" diário numa folha de papel me irá ajudar a libertar das más energias e pensamentos que me acompanham depois das 17h e a focar no que me é realmente importante.

 

Por isso, o meu plano para esta semana é escrever por 10 minutos antes de ir dormir, seguido por uma pequena sessão de meditação. Espero que, de facto, me ajude com a meditação e a concentrar-me mais em  mim e menos nos outros

 

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(from here)

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