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Tu tens a mania

Tu tens a mania

Um daqueles dias

Já há algum tempo que estava à espera que um dia como o de hoje aparecesse. Honestamente, estive à espera sentada, pois gostava que demorasse bastante tempo a chegar, mas o sacana apareceu do nada

 

Pensando melhor, e analisando os meus últimos dias, já seria de prever que ele aparecesse mais rápido do que eu pretendia. Mas, claramente, preferi ignorar os sinais e, agora, eu que me ature

 

Estou num daqueles dias em que só me apetece mandar as pessoas à merda. Admito que durante as 8 horas de trabalho, pedi a algumas pessoas para irem dar uma volta e não me chatearem, mas já cheguei a um ponto que, se me chateassem agora, mandar-vos-ia à merda e, possivelmente, com um pontapé para vos ajudar a lá chegar mais rápido

 

Bem sei que não são maneiras de tratar as pessoas. No entanto, quando essas mesmas pessoas parecem que tiraram o dia para apresentarem problemas onde eles não existem e atribuir culpa a quem nada de mal fez, não é fácil não lhes virar as costas enquanto se diz "vai-te foder" (pode-se dizer asneiras por aqui?)

 

Nem o facto de esta quinta-feira ser, no fundo, sexta-feira ajuda a melhorar as coisas. Vou afogar as mágoas (e a raiva) em chá e amêndoas de chocolate

 

 

 

 

Sexta-feira

É sexta-feira. As temperaturas desceram e a chuva voltou. Tive de voltar a ligar o aquecedor no trabalho e, mesmo assim, permaneci com as mãos frias durante a manhã. Hoje é dia de despachar material, enviar o que foi produzido e limpar a confusão que se cria ao longo de 5 dias de trabalho

 

Para mim, é um dia de preguiça. Não é que eu não tenha trabalho para fazer. Simplesmente não me apetece fazer-lo. Hoje é um daqueles dias em que me apetece fazer de conta que estou a trabalhar, dar um ar de ocupada e esperar que ninguém me chateie. Duvido que resulte. Afinal, é sexta-feira. É dia em que as pessoas estão felizes por causa do fim-de-semana e irritadas por ser final da semana e termos de enviar um batalhão de coisas

 

A fábrica está cheia. Cheia de pessoas, cheia de produtos acabados, cheia de barulho. Esta semana, ao contrário do que é habitual, a fábrica está colorida. O que temos de enviar hoje são produtos com cores variadas e parece que um unicórnio vomitou por aqui. A coisa torna-se ainda mais bonita quando reparamos que as cores que as pessoas estão a vestir são escuras, fazendo sobressair as vivas cores do que estamos a produzir

 

É sexta-feira

 

 

 

Vamos andando...

Isto de ter de trabalhar mais uma hora por dia está a dar cabo de mim. O cansaço físico é algum, mas, para ser sincera, não é nada de especial. No entanto, o cansaço psicológico é uma pedra no sapato que vai crescendo com o passar dos dias. Mas as pessoas também não ajudam. Em vez de se unirem para facilitar a sua situação e a dos outros, parece que encontraram um prazer mórbido em dar cabo da paciência dos outros. Principalmente daqueles que têm uma maior responsabilidade nos ombros (eu incluída).  Já estamos nesta situação desde o início do mês e não sei como é que ainda não comecei a atirar agrafadores à cabeça de alguns 

 

Felizmente, para o meu lado, o trabalho flui com facilidade e, por isso, não tenho qualquer stress em cima de mim. Só mesmo a estupidez alheia

 

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Hábito de Março

Ora bem, vamos falar dos hábitos de Fevereiro? Não há muito para dizer a não ser que falhei redondamente. No início, a coisa foi correndo bem, mas, assim que adoeci, foi tudo por água abaixo. O yoga manteve-se presente, mas o resto nem por isso. Podia dizer que ao longo do mês de Março iria continuar a tentar aumentar a minha actividade física, porém, a pedido da empresa, irei trabalhar horas-extra durante este mês e, por isso, decidi focar-me em coisas mais pequenas, fáceis e que me permitam abstrair

 

Uma dessas coisas é voltar a hidratar a pele. Há já algum tempo que não coloco creme no corpo e a minha pele encontra-se ressequida e a descamar. Encontrei uma manteiga cujo o cheiro é divinal, o que tem facilitado convencer-me a colocar creme após o duche. A ideia não é apenas hidratar a pele, mas, também, dedicar mais uns minutinhos a mim mesma. Enquanto espalho o creme, vou reparando nas partes do meu corpo que estão mais cansadas, mapeio os meus sinais (que tenho muitos) e vou fazendo uma ligeira massagem, que me ajuda a não sentir tão cansada fisicamente

 

Também quero dançar mais. Já é costume ir dançando enquanto cozinho. No entanto, com o aumento da carga horária do trabalho e com a dificuldade em inserir o exercício físico durante os próximos dias, pretendo ir inserindo um pouco mais de dança na minha rotina. A ideia é abanar o corpo e limpar a alma em breves minutos

 

Se hei-de postar mais alguma coisa durante este mês? Honestamente, não sei. É mais importante que eu foque em mim e descanse do que estar sentada a escrever algo com sentido (ainda bem que ninguém lê o meu diário)

 

 

 

Estado de saúde: nhac

Há duas semanas que a minha saúde está numa espécie de banho-maria. Apanhei uma bela constipação e, como já é habitual no após-constipação e na mudança de tempo (e, por isso, desta vez foi um 2 em 1), crise de rinite. Duas semanas com consumo elevado de lenços de papel, água do mar para desentupir as narinas de modo a poder dormir alguma coisa durante a noite, dores de cabeça por causa do entupimento nasal, e por aí fora. Têm sido umas semanas muito interessantes, mas deram cabo da minha motivação para o que quer que seja. Até andava ligeiramente motivada com o meu trabalho e um tanto ou quanto determinada em ser mais produtiva fora do trabalho. Agora, só penso em enfiar-me na cama e dormir

 

Mal vejo a hora desta crise nasal passar

 

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A roupa não tem género

Secundário. Teste de inglês. Aparece uma questão onde se pede que se diga se os acessórios são acessórios femininos, masculinos ou se pertenciam a ambos. Os acessórios em causa são:

 

Mala de mão (handbag)

Gravata (tie)

Boné (cap)

Collants (tights)

Colar (necklace)

Cachecol (scarf)

Cinto (belt)

 

Eduardo respondeu que todos os objectos pertencem a ambos os sexos. E a professora discordou no que diz respeito a gravatas, bonés e meias-calças. Eduardo contestou e foi ameaçado de falta disciplinar (ver notícia completa aqui)

 

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Esta senhora claramente não saí à rua. Pois, se saísse, saberia que as mulheres usam bonés, gravatas não são exclusivas de homens e que não há mal nenhum em homens usarem collants (até porque são bem úteis para usar debaixo das calças e, assim, combater o frio).

 

Revolta-me ouvir este tipo de notícias. Principalmente, tento em conta que se trata de algo que se passou num sítio onde somos moldados e passam este tipo de mensagem: há coisas para meninos e há coisas para meninas

 

No entanto, também me alegra. É bom saber que existe miúdos de 16 anos a lutarem contra os papéis de género que existem nesta sociedade

 

Obrigada Eduardo. De repente, o futuro parece-me mais luminoso

Livros Lidos: O Monge que Vendeu o seu Ferrari

"O Monge que Vendeu o Seu Ferrari é um best-seller inquestionável que oferece aos leitores uma série de lições simples e eficazes sobre como viver melhor. Combinando de uma forma inovadora a sabedoria espiritual do Oriente com os princípios ocidentais de sucesso e trabalho, mostra, passo a passo, como viver uma vida de coragem, equilíbrio, alegria"

 

Li este livro no seguimento das minhas reflexões do mês de Dezembro. Preciso de melhorar a minha visão sobre a vida, bem como a minha saúde física e mental e este livro ajudou-me a dar os primeiros passos

 

Este livro trata-se de uma fábula, onde um advogado de sucesso, Julián, depois de sofrer um enfarte, decide vender tudo e partir para a Índia, onde esperava iniciar uma jornada de auto conhecimento. Eventualmente, Julián regressa à sua cidade e partilha tudo aquilo que aprendeu ao longo da sua aventura com aquele que considerava ser seu amigo

 

Em menos de 200 páginas, Robin Sharma conta uma pequena estória recheada de conhecimentos importantes para as nossas vidas. Entre outras coisas, fala nas sete virtudes intemporais para uma vida melhor:

 

Dominar a mente

Cumprir com os objectivos a que nos propomos

Praticar o kaizen (melhoria contínua)

Viver com disciplina

Respeitar o nosso tempo

Servir os outros de forma altruísta

Viver no presente

 

Podia-se dizer que são coisas que toda a gente sabe, mas basta passar alguns minutos a observar as pessoas na rua para nos apercebemos que isso não acontece. Aliás, basta eu parar um pouco e reflectir para o meu quotidiano para saber que, apesar de ter o conhecimento daquilo que deveria fazer para melhorar a minha vida, verifico que não o faço. Temos a tendência que atirar as culpas para a falta de tempo, mas o que acontece na realidade é que damos prioridade ao que não nos faz feliz. Este livro permitiu-me parar e reflectir um pouco mais naquilo que faço. E, apesar de só ter lido na semana passada, posso dizer que me fez querer mudar mais algumas coisas. Obviamente, não se obterá mudanças de um dia para o outro, mas dei por mim a fazer certas coisas de um modo diferente do que fazia anteriormente

 

Para mim, foi um excelente livro e que sei que o irei reler várias vezes ao longo da minha vida

 

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Hábitos de Fevereiro

E já passou um mês de 2019. Janeiro foi um mês interessante. Propus-me a analisar e a melhorar a minha alimentação e tenho conseguido fazer isso. Tem sido um passo de cada vez, com o esforço de não me sentir culpada por cada vez que não consigo cumprir o que me desafiei a cumprir. Foi um mês em que consegui inserir mais alimentos bons para o meu corpo, sem me privar de nada e consegui sentir-me bem e motivada ao longo dos dias. Consegui, também, ter mais energia ao longo dos dias e, mais importante do que isso, a minha mente acalmou um pouco e consegui enfrentar os desafios no trabalho de uma forma mais tranquila e fria

 

Para este mês, o meu desafio é regressar ao exercício físico. Desde Dezembro que me encontro inscrita numa aula de yoga por semana, mas agora preciso de inserir mais actividades que me acelerem o coração da melhor forma. O meu plano é ir uma vez à natação no fim-de-semana e fazer uma caminhada durante a semana. No final deste mês, pretendo conseguir fazer exercício físico três vezes por semana. Não será fácil, principalmente tendo em conta que ainda está frio, mas o meu corpo começa a desesperar por movimento saudável

 

Vai ser uma luta convencer-me a levantar da cama para ir nadar ou ir caminhar no final de um dia de trabalho, mas, com o tempo, tornar-se-á fácil e é nisso que tenho que focar

 

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