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Tu tens a mania

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Os Homenzinhos Livres

Este livro, juntamente com "Nação", foram dos livros que andei a namoriscar na edição da Feira do Livro do Porto do ano passado. Este ano, eles não me escaparam. Para ser realista, o desconto não foi grande coisa, a Saída de Emergência podia ter feito um pouco melhor, mas, mesmo assim, trouxe-os e, para já, ainda não me arrependi de o ter feito.

O pensamento imediato aquando de ter terminado o livro foi que tenho imensa pena de só estar a ler este livro agora. Lançado em 2003 e direccionado para os jovens adolescentes, a minha versão adolescente de 2003 iria adorar ter lido este livro. No entanto, como ainda não sei ser adulta, não me vou preocupar se fica mal ou não ler este tipo de livros.

 

O livro conta a história de Tiffany Dores, uma jovem criança de 9 anos que decide partir à procura do seu irmão mais novo, que foi raptado pela Rainha das Fadas (e eu a achar que as fadas até eram boas cachopas). Nesta aventura, Tiffany conta com o apoio dos Nac Mac Feegles, os homenzinhos livres, que também são ladrões, bêbados e arruaceiros. São umas coisinhas pequeninas, azuis, com o cabelo vermelho e vestem-se como o Mel Gibson no filme Braveheart (mas sem o cavalo, se bem que há um que consegue controlar pássaros).

Mel Gibson Braveheart.jpg

Há muito que não me ria tanto ao ler um livro (a última vez deve ter sido com um dos livros de Christopher Moore). É óbvio que os pequenos Feegles são o elemento cómico do livro, desde o modo como são caracterizados até à sua forma de falar (há muito que não ouvia alguém dizer "diacho").

Trata-se de um livro de fácil leitura, cheio de ritmo e bastante cativante. Não duvido que as crianças/adolescentes irão gostar, mas parece-me que são mais aqueles que se encontram no início da vida adulta que o lêem. Isto porque se trata de Sir Terry Pratchett, um grande escritor de fantasia, pouco conhecido por terras lusitanas e, consequentemente, só quem já enveredou pelo mundo da fantasia que o conhece. Curiosamente, eu conheci-o há uns dois anos atrás, através de Neil Gaiman e Good Omens (Bons Augúrios, em português). Ainda mais, tenho conhecimento de que só estes três livros de Terry Pratchett aqui mencionados se encontram editados em português. O que é uma pena.

 

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